﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>POLIEMPREENDEPOLIEMPREENDE</title>
	<atom:link href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Nov 2011 15:47:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<meta name="generator" content="Monochrome 1.0" />
		<item>
		<title>Silicon Valley comes to Portalegre</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=282</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=282#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 11:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>
		<category><![CDATA[Empreededorismo]]></category>
		<category><![CDATA[ESTG]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Politécnico de Portalegre]]></category>
		<category><![CDATA[IPP]]></category>
		<category><![CDATA[Portalegre]]></category>
		<category><![CDATA[Silicon Valley]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=282</guid>
		<description><![CDATA[O Gabinete de Empreendedorismo e Emprego do IPP leva apresenta a conferência Silicon Valley comes to you (svc2you), que terá lugar nas instalações da ESTG, Auditório Dr. Francisco Tamatas, no dia 18 de Novembro de 2011 pelas 9h00. «“Silicon Valley Comes to You” são eventos organizados localmente, que têm acesso [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=282">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Gabinete de Empreendedorismo e Emprego do IPP leva apresenta a conferência Silicon Valley comes to you (<a title="svc2you" href="http://www.svc2lx.com/http://">svc2you</a>), que terá lugar nas instalações da ESTG, Auditório Dr. Francisco Tamatas, no dia 18 de Novembro de 2011 pelas 9h00.</p>
<p>«“Silicon Valley Comes to You” são eventos organizados localmente, que têm acesso exclusivo à transmissão em directo da conferência pública que se realiza no próximo dia 18 de Novembro.<br />
É a nossa forma de trazer Silicon Valley a Portugal, propagando a experiência para além de Lisboa, tornando possível a mais pessoas, em mais locais, beneficiarem do saber, experiência e conhecimento proporcionado por oradores conceituados.<br />
Deste modo, Silicon Valley chegará a Portalegre!»</p>
<h3><span><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/11/svc2you-program.png"><img class="alignnone size-full wp-image-284" title="svc2you-program" src="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/11/svc2you-program.png" alt="" width="600" height="1032" /></a></span></h3>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=282</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Politécnico de Viseu assume a coordenação do Poliempeende</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=272</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=272#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 11:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=272</guid>
		<description><![CDATA[No dia 18 de Novembro de 2011, tem início mais uma edição do Poliempreende, desta vez é o Politécnico de Viseu (www.ipv.pt) a assumir a coordenação do concurso. Uma das medidas já anunciadas pelo IPV é a alteração da imagem gráfica do evento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 18 de Novembro de 2011, tem início mais uma edição do Poliempreende, desta vez é o Politécnico de Viseu (<a title="Instituto Politécnico de Viseu" href="http://www.ipv.pt" target="_self">www.ipv.pt</a>) a assumir a coordenação do concurso.</p>
<p><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/11/post2.png"><img title="post" src="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/11/post2.png" alt="" width="500" height="121" /></a></p>
<p>Uma das medidas já anunciadas pelo IPV é a alteração da imagem gráfica do evento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=272</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RUI NABEIRO VAI SER O PATRONO DO POLIEMPREENDE</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=266</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=266#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 20:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=266</guid>
		<description><![CDATA[Rui Nabeiro, um dos grandes empresários nacionais e o maior no Alentejo, aceitou o convite para ser o patrono do concurso de ideias nacional Poliempreende, coordenado nesta edição, pelo Instituto Politécnico de Lisboa. “O comendador Rui Nabeiro é um exemplo de empreendedorismo para os alunos do ensino superior politécnico”, diz [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=266">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Nabeiro, um dos grandes empresários nacionais e o maior no Alentejo, aceitou o convite para ser o patrono do concurso de ideias nacional Poliempreende, coordenado nesta edição, pelo Instituto Politécnico de Lisboa. “O comendador Rui Nabeiro é um exemplo de empreendedorismo para os alunos do ensino superior politécnico”, diz Francisco Costa Pereira, o responsável este ano pelo Poliempreende nacional, que esteve, ontem, reunido com o empresário nas instalações do grupo Delta Cafés, em Campo Maior.</p>
<p>Segundo Costa Pereira, o empresário ficou sensibilizado com o convite e elogiou a iniciativa do concurso de ideias, referindo que são projectos como estes que estimulam o espírito empreendedor dos jovens de que Portugal precisa para sair da actual crise económica.</p>
<p>Aos 80 anos o empresário Rui Nabeiro faz questão de, ainda hoje, ir todos os dias religiosamente à fábrica de café que dirige em Campo Maior. A vida e obra deste homem, que teve a proeza de transformar um pequeno negócio de família num império, foi tema, esta semana, do <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?c_id=1&amp;dif=tv&amp;e_id=&amp;p_id=23840" target="_blank">programa 30 minutos emitido pela RTP</a>. Em 1995, o empresário foi distinguido pelo Presidente da República, Mário Soares, com o grau de comendador. Onze anos mais tarde, a Universidade de Évora atribui a Rui Nabeiro, com apenas a quarta classe de escolaridade, o grau de Doutor Hon<a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/03/ruinabeiro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-267" title="ruinabeiro" src="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/03/ruinabeiro.jpg" alt="" width="150" height="200" /></a>oris Causis.</p>
<p>A notícia de que o empresário Rui Nabeiro será o patrono do Poliempreende soube-se no dia em que o <a href="http://www.poliempreende.pt/index.php/component/content/article/34-poliempreende-na-feira-do-emprego-e-do-empreendedorismo" target="_self">concurso de ideias marcou presença no Centro de Negócios Transfronteiriço</a>, na Feira de Emprego e Empreendedorismo, Enove +, em Elvas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=266</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Soluções financeiras para pequenas empresas</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=258</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=258#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=258</guid>
		<description><![CDATA[O que é o FINICIA? O FINICIA é um programa que facilita o acesso a soluções de financiamento e assistência técnica na criação de empresas, ou em empresas na fase inicial do seu ciclo de vida, com projectos empresariais diferenciadores, próximos do mercado ou com potencial de valorização económica. O [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=258">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/01/finicia1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-262" title="finicia" src="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/01/finicia1-300x128.png" alt="" width="300" height="128" /></a></p>
<h4>O que é o FINICIA?</h4>
<p>O FINICIA é um programa que facilita o acesso a soluções de financiamento e assistência técnica na criação de empresas, ou em empresas na fase inicial do seu ciclo de vida, com projectos empresariais diferenciadores, próximos do mercado ou com potencial de valorização económica.</p>
<address>O FINICIA Jovem, resultante de uma parceria com o Instituto Português da Juventude, apresenta condições especiais para jovens até aos 35 anos (mais informação em <a href="http://www.ipj.pt">www.ipj.pt</a>).</address>
<h4>Como funciona?</h4>
<p>Para garantir o acesso aos meios financeiros o Estado, através do IAPMEI, partilha o risco destas operações com sociedades de capital de risco, instituições bancárias, sociedades de garantia mútua e “Business Angels”.<br />
Para conhecer a nossa rede de parceiros financeiros:﻿</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=258</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudantes dos politécnicos já criaram 38 empresas</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=229</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=229#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=229</guid>
		<description><![CDATA[As instituições do Ensino Superior Politécnico e um conjunto de Escolas Politécnicas uniram-se através do programa Poliempreende para conseguir dar resposta a uma necessidade do país que ainda é uma lacuna do ensino Superior, incutir nos alunos a capacidade de empreender. O aprender e o apreender já estão perfeitamente assimilados [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=229">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="timthumb" src="http://poliempreende.ipportalegre.pt/wp-content/uploads/2011/01/timthumb-300x108.png" alt="" width="300" height="108" /></p>
<p>As instituições do Ensino Superior Politécnico e um conjunto de Escolas Politécnicas uniram-se através do programa Poliempreende para conseguir dar resposta a uma necessidade do país que ainda é uma lacuna do ensino Superior, incutir nos alunos a capacidade de empreender. O aprender e o apreender já estão perfeitamente assimilados no Ensino Superior Politécnico falta agora consolidar o empreender, que esperamos consegui-lo com o Poliempreende.</p>
<p>Fomentar uma cultura empreendedora e contribuir para o desenvolvimento económico do País ajudando a qualificar a classe empresarial são os grandes objectivos do Poliempreende que já estamos a conseguir com resultados positivos em quase todos os participantes deste projecto dispersos por todo o País.</p>
</div>
<div><span style="color: #0000ee; -webkit-text-decorations-in-effect: underline;"><br />
</span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=229</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprender Fazendo</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=164</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=164#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 21:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost:8888/outros/?p=164</guid>
		<description><![CDATA[O aprender fazendo consubstancia-se em projectos práticos e reais que são muito atractivos para os alunos pois, por um lado, poderão intervir na sua própria realidade, respondendo aos seus problemas e aos dos outros de forma activa, e pelo outro lado, permitem a existência de um nexo de causalidade entre as [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=164">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/globalizacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-216" title="globalizacao" src="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/globalizacao.jpg" alt="" width="506" height="337" /></a></p>
<p>O <em>aprender fazendo </em>consubstancia-se em projectos práticos e reais que são muito atractivos para os alunos pois, por um lado, poderão intervir na sua própria realidade, respondendo aos seus problemas e aos dos outros de forma activa, e pelo outro lado, permitem a existência de um nexo de causalidade entre as acções e os seus resultados e entre os conhecimentos escolares e a vida social, por via da construção e da transferência de saberes. Esta <em>transferência de conhecimentos </em>não é automática, adquire-se por meio do exercício e de uma prática reflexiva, em situações que possibilitam mobilizar saberes, transpô-los, combiná-los, inventar uma estratégia original a partir de recursos que não a contêm e não a ditam. Por outro lado, a <em>mobilização </em>exerce-se em situações complexas, que obrigam a estabelecer o problema antes de o resolver, a determinar os conhecimentos pertinentes, a reorganizá-los em função da situação e a extrapolar ou preencher as lacunas (ex. conhecer a noção de juro é diferente da evolução da taxa).</p>
<p>O aprender fazendo implica que o aluno seja o actor principal da sua própria formação, devendo para isso adoptar uma metodologia de investigação em torno do seu processo de aprendizagem/ensino:</p>
<ul>
<li>Saber obter a informação que lhe é pertinente;</li>
<li>Seleccionar e analisar essa informação;</li>
<li>Planear o seu trabalho de forma a atingir os seus objectivos;</li>
<li>Desenvolver competências de trabalho em grupo;</li>
<li>Executar o seu próprio plano de trabalho;</li>
<li>Controlar e monitorizar o processo de trabalho;</li>
<li>Avaliar, discutir e concluir sobre o sucesso na implementação do seu plano de trabalho e seus principais resultados;</li>
<li>Saber comunicar aos outros as principais linhas orientadoras do seu trabalho, as conclusões mais importantes e eventuais repercussões sociais do mesmo.</li>
</ul>
<p>Se uma boa parte dos saberes humanos é adquirido por outras vias que não a escolar, por que seria então diferente com as competências?</p>
<p>Pode responder-se que a escola é um lugar onde todos acumulam os conhecimentos, de que alguns necessitarão mais tarde, em função da sua orientação profissional. O acumular de saberes descontextualizados não serve realmente senão àqueles que tiverem o privilégio de aprofundá-los durante longos estudos ou numa formação profissional, contextualizando alguns desses conhecimentos e exercitando-se para utilizá-los na resolução de problemas e na tomada de decisões. É essa fatalidade que a abordagem por competências questiona, em nome dos interesses da grande maioria. Alunos empreendedores são necessários desde o início da escolaridade, não podendo esperar por níveis mais avançados do sistema de ensino para começarem a empreender. Neste sentido, quanto mais precocemente for promovido o investimento no espírito empreendedor mais cedo os alunos se apropriarão de um conjunto de conhecimentos, capacidades e atitudes que lhes permitirão uma maior autonomia na execução do trabalho escolar, empreendendo e inovando o próprio processo de aprendizagem. É, então, pertinente reflectir sobre as competências que deverão ser trabalhadas desde o princípio do ensino básico, tendo sempre por base de referência o Currículo Nacional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=164</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo: competências-chave a desenvolver</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=161</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=161#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 21:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost:8888/outros/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[A aquisição e o desenvolvimento de qualquer competência-chave tem subjacente a sua aprendizagem e consolidação, implicando uma combinação de capacidades, aptidões, conhecimentos, e atitudes promotoras do saber fazer em acção. As competências-chave para o empreendedorismo propostas neste guião foram seleccionadas partindo do cruzamento de um conjunto de trabalhos teóricos sobre esta [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=161">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://localhost:8888/outros/wp-content/uploads/2011/01/girasol1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-162" title="girasol" src="http://localhost:8888/outros/wp-content/uploads/2011/01/girasol1.gif" alt="" width="506" height="379" /></a></p>
<p>A aquisição e o desenvolvimento de qualquer competência-chave tem subjacente a sua aprendizagem e consolidação, implicando uma combinação de capacidades, aptidões, conhecimentos, e atitudes promotoras do saber fazer em acção.</p>
<p>As <em>competências-chave </em>para o empreendedorismo propostas neste guião foram seleccionadas partindo do cruzamento de um conjunto de trabalhos teóricos sobre esta temática com os dados empíricos da observação de pessoas consideradas empreendedoras. Estas competências são, por um lado, transversais à vida de qualquer pessoa, e, por outro lado, são generalizáveis e passíveis de transferência de um contexto para outro, não sendo por isso específicas de nenhum contexto particular.</p>
<p>Foram, então, identificadas as seguintes <em>competências-chave </em>para o empreendedorismo, ao longo da educação básica e do ensino secundário:</p>
<ul>
<li>Autoconfiança/Assumpção de riscos;</li>
<li>Iniciativa/Avaliação/Energia;</li>
<li>Resiliência;</li>
<li>Planeamento/Organização;</li>
<li>Criatividade/Inovação;</li>
<li>Relacionamento interpessoal/Comunicação.</li>
</ul>
<p>Se compararmos os pontos indicados com a noção de competência definida no Currículo Nacional do Ensino Básico podemos constatar como são aproximados. Efectivamente, no documento do Currículo Nacional a noção de competência relaciona-se, por um lado, com o conceito de literacia e, por outro lado, está ligado ao processo de activação de recursos, aqui entendidos como conhecimentos, capacidades e estratégias, passíveis de serem mobilizados em diversos tipos de situações problemáticas. Falar em competências curriculares ou falar em competências para o empreendedorismo é sempre anunciar a importância da autonomia em relação à apropriação e ao uso do saber.</p>
<p>Na mesma linha, as <em>competências-chave </em>definidas para o empreendedorismo podem ser englobadas e sustentadas pelos princípios e valores que orientam o próprio Currículo Nacional, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>A construção e a tomada de consciência da identidade pessoal e social;</li>
<li>A participação na vida cívica de forma livre, responsável, solidária e crítica;</li>
<li>O respeito e a valorização da diversidade dos indivíduos e dos grupos quanto às suas pertenças e opções;</li>
<li>A valorização de diferentes formas de conhecimento, comunicação e expressão;</li>
<li>O desenvolvimento do sentido de apreciação estética do mundo;</li>
<li>O desenvolvimento da curiosidade intelectual, do gosto pelo saber, pelo trabalho e pelo estudo;</li>
<li>A construção de uma consciência ecológica conducente à valorização e preservação do património natural e cultural;</li>
<li>A valorização das dimensões relacionais da aprendizagem e dos princípios éticos que regulam o relacionamento com o saber e com os outros.</li>
</ul>
<p>Podemos então compreender como, em face destes princípios, as competências essenciais do Currículo Nacional, bem como as <em>competências-chave </em>para o empreendedorismo, são concebidas e tratadas como saberes em uso, para a acção, necessárias à qualidade da vida pessoal e social de todos os cidadãos, a promover gradualmente ao longo da educação básica.</p>
<p>A partir do conhecimento das competências gerais do Currículo Nacional é possível enquadrar as competências-chave para o empreendedorismo, uma vez que estas estão contidas naquelas. De acordo com as competências gerais definidas no Currículo Nacional, à saída da educação básica o aluno deverá ser capaz de:</p>
<ul>
<li>Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano;</li>
<li>Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar;</li>
<li>Usar a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio;</li>
<li>Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para a apropriação da informação;</li>
<li>Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem, adequadas aos objectivos visados;</li>
<li>Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável;</li>
<li>Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões;</li>
<li>Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa;</li>
<li>Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns;</li>
<li>Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>As <em>competências-chave </em>para o empreendedorismo também poderão ser enquadradas no Documento da Revisão Curricular do Ensino Secundário, nomeadamente, no capítulo respeitante à definição dos novos contextos e objectivos estratégicos para o ensino secundário:</p>
<ul>
<li>O aumento da qualidade das aprendizagens;</li>
<li>O combate ao insucesso e abandono escolares;</li>
<li>Uma resposta inequívoca aos desafios da Sociedade da Informação e do Conhecimento;</li>
<li>A articulação progressiva entre as políticas de educação e da formação;</li>
<li>O reforço da autonomia das escolas.</li>
</ul>
<p>Todos estes objectivos delineados no âmbito da reforma do Currículo Nacional para o Ensino Secundário poderão ser mais facilmente exequíveis se forem promovidas dinâmicas para o desenvolvimento do espírito empreendedor na escola.</p>
<p>Neste sentido, poderíamos referir que à saída da escolaridade, <em>o aluno deverá ser um empreendedor. </em>Portanto, as competências-chave para o empreendedorismo decorrem das próprias competências enunciadas nos Currículos Nacionais do Ensino Básico e do Ensino Secundário. O desenvolvimento deste conjunto de competências pressupõe que todas as áreas curriculares e disciplinas actuem em convergência. Compete às diferentes áreas curriculares e disciplinas e aos seus respectivos docentes explicitar de que modo a operacionalização transversal destas competências se concretizará, tendo em vista os contextos de aprendizagem dos alunos.</p>
<p>Neste sentido, os projectos <em>EPE </em>deverão possibilitar a criação de contextos e situações reais, para que estas competências se desenvolvam integralmente, bem como proporcionar uma articulação especial entre os professores, alunos e outros agentes educativos, na tentativa de minorar a gestão negativa associada ao erro e ao insucesso. Por esse motivo, o processo de ava­liação de competências para o empreendedorismo, no âmbito dos projectos <em>EPE, </em>tem por base, para além das relações fundamentais entre professores, e entre professores e alunos, a cooperação entre os serviços especializados de apoio educativo e as estruturas de orientação educativa. Os responsáveis pela avaliação das acções relativas aos projectos <em>EPE</em>deverão ser os professores, que poderão solicitar a colaboração de psicólogos de orientação profissional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=161</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo na Escola</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=156</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=156#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 21:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost:8888/outros/?p=156</guid>
		<description><![CDATA[O trabalho de implementação de uma visão empreendedora na escola passa, necessariamente, pelo trabalho em equipa. O pressuposto é que as escolas possam planear, desenvolver e avaliar um conjunto de actividades empreendedoras que se inscrevam simultaneamente a quatro níveis: a) Ao nível do trabalho em sala de aula, considerando o [&#8230;]<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=156">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/escritorio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-219" title="escritorio" src="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/escritorio.jpg" alt="" width="506" height="338" /></a></p>
<p>O trabalho de implementação de uma visão empreendedora na escola passa, necessariamente, pelo trabalho em equipa. O pressuposto é que as escolas possam planear, desenvolver e avaliar um conjunto de actividades empreendedoras que se inscrevam simultaneamente a quatro níveis:</p>
<p>a) Ao nível do trabalho em sala de aula, considerando o processo de aprendizagem/ensino e o trabalho em torno das competências e dos saberes curriculares, tendo em consideração que os alunos deverão adquirir conhecimentos básicos nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio, entendidos como saberes curriculares fundamentais.</p>
<p>A incontornável articulação entre as actividades lectivas e as actividades de enriquecimento curricular deverá ser assegurada pelos professores de turma, aos quais compete a programação, o acompanhamento e a avaliação, em colaboração com os respectivos dinamizadores. A educação para o empreendedorismo deverá estar contemplada tanto nas actividades lectivas como nas actividades de enriquecimento curricular, enquanto estratégia pedagógica transversal de valia acrescida.</p>
<p>Em todos os ciclos de escolaridade a aquisição e consolidação de saberes curriculares pode simultaneamente desenvolver competências para o empreendedorismo, constituindo-se como alicerces dos conhecimentos, ao mesmo tempo que potenciam a aprendizagem das competências a trabalhar posteriormente, nos níveis de ensino subsequentes.</p>
<p>b) Ao nível da escola, considerando os diferentes trabalhos propostos nas áreas curriculares definidas como prioritárias, as actividades de enriquecimento curricular que incidam nos domínios desportivo, artístico, científico, tecnológico e das tecnologias da informação e comunicação, de ligação da escola com o meio, de solidariedade e voluntariado e da dimensão europeia da educação, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>Actividades de apoio ao estudo;</li>
<li>Ensino do inglês;</li>
<li>Ensino de outras línguas estrangeiras;</li>
<li>Actividade física e desportiva;</li>
<li>Ensino de música;</li>
<li>Outras expressões artísticas;</li>
<li>Outras actividades que incidam nos domínios identificados.</li>
</ul>
<p>Ainda neste âmbito, também os Projectos Curriculares de Turma e o Projecto Educativo de Escola, deverão acentuar e reflectir o carácter multidisciplinar e transversal da educação para o empreendedorismo.</p>
<p>c) Ao nível local, envolvendo a comunidade de pertença de cada Escola, considerando que os programas e actividades definidos nas salas de aula ou nos grupos de Projecto <em>EPE </em>possam ter expressão comunitária, promovendo o diálogo com as comunidades de pertença das escolas, potenciando a descoberta de oportunidades de intervenção comunitária e de cidadania activa dos alunos. Poderão ser promotoras ou participantes nestas actividades as seguintes entidades:</p>
<ul>
<li>Autarquias locais;</li>
<li>Associações de pais e de encarregados de educação;</li>
<li>Instituições particulares de solidariedade social (IPSS);</li>
<li>Agrupamentos de escolas;</li>
<li>Outras instituições comunitárias relevantes (clubes, associações desportivas ou recreativas, organizações não governamentais, entre outras).</li>
</ul>
<p>d) Ao nível nacional ou internacional, considerando a colaboração com outras instituições educativas ou entidades externas à comunidade local de pertença da escola, que são envolvidas e implicadas nos projectos <em>EPE, </em>ou em apenas algumas das fases do trabalho de concepção, implementação ou avaliação dos mesmos.</p>
<p>Todas as actividades de fomento do empreendedorismo deverão ser planeadas em contexto escolar, podendo ser executadas quer ao nível da escola, quer ao nível comunitário, envolvendo preferencialmente as comunidades locais adjacentes, como parceiros dos projectos e/ou seus destinatários. A definição destas actividades deverá decorrer de acordo com um plano organizativo, consolidado enquanto projecto de intervenção, devendo, por isso, tomar em consideração os princípios estruturantes de qualquer projecto, nomeadamente, o delineamento de um referencial teórico ou de reflexão que o suporte, uma calendarização para a sua implementação, ser exequível, ter um planeamento das actividades a desenvolver passível de avaliação e reformulação e, ter impacto sobre a realidade. A organização do planeamento de qualquer projecto terá de considerar, que o sucesso para a sua implementação depende da definição e operacionalização de três momentos fundamentais: o ponto de partida, o desenvolvimento das actividades e sua monitorização e a avaliação contínua e final.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=156</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inovação Empreendedora</title>
		<link>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=153</link>
		<comments>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=153#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 21:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[post]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://localhost:8888/outros/?p=153</guid>
		<description><![CDATA[- Segundo os últimos dados do GEM o índice de criação de empresas aumentou em Portugal no ano passado, indicando que nove em cada cem portugueses iniciaram uma actividade empreendedora (mais 5,4% do que a média europeia). Como avalia estes dados?<p class="readmorelink"><a href="http://poliempreende.ipportalegre.pt/?p=153">Ler mais  <span class="meta-nav">&#187;</span></a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/aviao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="aviao" src="http://web-server.ipportalegre.pt/poliempreende/wp-content/uploads/2011/01/aviao.jpg" alt="" width="506" height="338" /></a>- Segundo os últimos dados do GEM o índice de criação de empresas aumentou em Portugal no ano passado, indicando que nove em cada cem portugueses iniciaram uma actividade empreendedora (mais 5,4% do que a média europeia). Como avalia estes dados?</strong></p>
<p>Numa primeira abordagem de maneira muito optimista.</p>
<p><strong><br />
</strong>Mas quando aprofundei a análise dos diversos factores em estudo nomeadamente tendo como comparação os países do continente americano ou da Ásia e Médio Oriente só posso ficar extremamente preocupado pois os números demonstram que continuamos a ficar afastados dos players mundiais que estão a fazer a diferença nomeadamente no empreendedorismo de base tecnológica que como sabemos é o que permite criar as empresas no sector dos produtos e serviços transaccionáveis.</p>
<p>Por isso mais do que ficarmos satisfeitos com os números referidos devemos urgentemente interiorizar que precisamos de uma sociedade empreendedora em que a inovação e o empreendedorismo sejam comuns, estáveis e contínuos. Nesse sentido a inovação e o empreendedorismo tem de se tornar uma actividade integral e vital nas nossas organizações, na nossa economia e na nossa sociedade pois só assim podemos estar em pé de igualdade com as nações que mais avançam neste tipo de reformas.<br />
Refira-se a propósito para que tenhamos consciência do trabalho que temos pela frente que a maioria dos empreendedores de século XXI da China são antigos professores ou gestores sénior nas indústrias de tecnologia ou de conhecimento. Eles têm capacidades e estão altamente motivados para competirem frente a frente com os japoneses, com os europeus e com os americanos. Eles são &#8220;empreendedores de oportunidade&#8221; que querem desempenhar um importante papel na economia global.</p>
<p>Em face do exposto não é de estranhar que actualmente sejam criadas entre quatro a cinco milhões de start-ups por ano na China e que essa dinâmica esteja a ser encorajada através de um fenómeno académico nunca visto em nenhum país do mundo. Com efeito há centenas de activistas, académicos empreendedores em universidades líderes por toda a China, que parecem estar a dar à revolução do empreendedorismo uma energia muito intensa, especialmente junto dos jovens.</p>
<p>O mais incrível para qualquer observador ocidental sobre estas três fases empreendedoras é que a China passou por, entre 20 a 30 anos, o que a Europa e os Estados Unidos passaram por nos últimos 200 ou 300 anos. Esta sim é uma taxa vertiginosa de mudança por padrões históricos que Portugal e os portugueses deveriam ser capazes de empreender.</p>
<p>Ora se a China conseguiu fazer esta revolução empreendedora, com os seus 1300 milhões de indivíduos, porque motivo Portugal não o poderá fazer?<br />
<strong>2 &#8211; Na sua opinião esta actividade pode ser uma forma de fazer frente à subida do desemprego e à crise económica que atravessa o país, tentando obter um rendimento extra?</strong></p>
<p>Naturalmente que sim, conforme confirma o citado estudo do GEM ao revelar que um terço da taxa de actividade empreendedora early stage- i.e. dos negócios mais recentes &#8211; em Portugal é realizada em regime de part-time por forma a complementar a principal fonte de rendimento dos empreendedores. Esta opção é alias vista como uma possibilidade de explorar uma actividade empreendedora sem descurar a actividade principal que é normalmente a fonte de rendimento mais estável.</p>
<p>Contudo na minha opinião ser empreendedor nas horas vagas raramente funciona de forma sustentada.</p>
<p>Pode-se até ter um produto/serviço, vendas e até lucros mas se o Empreendedor não tiver uma correcta gestão, isto é, um posicionamento estratégico que lhe permita saber para onde caminha e como irá percorrer esse caminho &#8211; táctica &#8211; ou seja o que os seus colaboradores tem de fazer e quais os resultados que se devem atingir, dificilmente uma actividade empreendedora poderá sobreviver por mais dedicado que seja esse empreendedor ou a qualidade dos produtos/serviços que ele comercialize.<br />
<strong>3 &#8211; Que cuidados adicionais devem ter estes empreendedores que investem em época de crise?</strong></p>
<p>Independentemente dos tempos serem de crise ou não qualquer empreendedor que lança os seus negócios deve :</p>
<p>(I) Focar-se no mercado pois não se pode esquecer que o seu produto/serviço é definido pelos clientes e não pela sua capacidade produtiva ou mesmo de investigação.</p>
<p>(ii) Possuir perspicácia financeira e especialmente um planeamento antecipado das necessidades de tesouraria e de capital.</p>
<p>(iii) Antecipar a necessidade de reforçar as suas competências de gestão antes que o negócio o venha a exigir.</p>
<p>(iv) Definição correcta das funções que se encontra preparado para desempenhar i.e. onde pode acrescentar valor e se sinta bem.</p>
<p>O problema é que na generalidade dos casos os Empreendedores têm o hábito de recusar estas técnicas com base na ideia de que elas são técnicas de gestão enquanto eles &#8220;são empreendedores&#8221;. Ora como nos ensinou o Professor Peter Drucker isso não é informalidade mas sim irresponsabilidade.<br />
<strong>4 &#8211; Não há o risco de se tornarem &#8220;empresários temporários&#8221;, já que encontram aqui uma porta de saída que pode não ser muito segura?</strong></p>
<p>Naturalmente que esse será o resultado esperado caso o Empreendedor não consiga atempadamente reunir no seu pequeno empreendimento competências de gestão ao nível administrativo, financeiro, logístico, marketing, vendas e recursos humanos.</p>
<p>E contrariamente ao que muitos empreendedores argumentam quando tentam justificar as razões do insucesso dos seus projectos, de que o recurso a essas competências não se encontravam ao dispor dos seus meios financeiros, sou da opinião que hoje em dia com o recurso ao outsourcing especializado se conseguem preços perfeitamente compatíveis com as estruturas familiares com que os empreendedores gerem os seus empreendimentos iniciais.</p>
<p>Ou seja se o Empreendedor tiver por hábito recorrer a conselhos independentes, mesmo que de amigos mais próximos com conhecimentos de gestão, normalmente poderá obter recomendações que o podem ajudar a ultrapassar questões mais delicadas e para as quais ele não possuía preparação para as ultrapassar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 &#8211; Que tipo de negócios surgem tendencialmente nestes momentos?</strong></p>
<p>Os negócios orientados ao consumidor &#8211; bares, restauração, alojamento, saúde, educação, lazer &#8211; são sem dúvida o sector de maior importância na actividade empreendedora quando se trata de lançar novos negócios no nosso País não sendo assim de estranhar que 46% dos novos empreendedores tenham iniciado neste sector os seus negócios. Logo de seguida vêm os serviços dirigidos a clientes organizacionais a que não será estranho as consequências dos processos de reestruturação e outsourcing a que as grandes empresas estão a recorrer originando assim novas oportunidades &#8211; o que demonstra que ainda temos um longo caminho a percorrer no sentido de estimularmos o empreendedorismo de base tecnológica que nos permita a criação de empresas no sector dos produtos e serviços transaccionáveis.</p>
<p>Apesar de tudo gostava de salientar que o empreendedorismo e a inovação podem ser alcançados em qualquer negócio. Mas é preciso que, de forma consciente, o empreendedor trabalhe para os alcançar. Ambos podem ser aprendidos, mas para isso é preciso muito esforço ou como dizia o Professor Ernâni Lopes : estudar, estudar, estudar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar!!!<br />
<strong>6 &#8211; O Verão pode também ser uma oportunidade de negócios e rendimento extra. Há muita gente a procurar o vosso apoio para criar estes pequenos negócios sazonais?</strong></p>
<p>Sem dúvida. Vide por exemplo alguns professores que nas férias de verão dinamizam os conceitos das Clínicas de Férias oferecendo aos seus alunos serviços, a um preço deveras competitivo, muito profissionalizados e perfeitamente adaptados às características desses jovens e que inclusivamente recorrem a antigos alunos para exercerem as funções de monitores.<br />
Na Gesventure, que como sabe é uma empresa especializada na angariação de capital que permita aos empreendedores portadores de negócios com elevado potencial de crescimento e valorização materializarem os seus &#8220;sonhos&#8221;, não temos por hábito concentrar os nossos recursos no apoio a projectos com as características sazonais a que se refere, pois dificilmente os mesmos poderão captar o interesse dos investidores institucionais. No entanto se um empreendedor detectar um determinado nicho de mercado para o qual tenha a capacidade de conceptualizar uma solução que mereça a receptividade dos clientes e com estes tenha a capacidade de criar fortes relações que façam pressupor que esta solução possa ser replicada, mesmo que sazonalmente, noutros espaços geográficos e no mesmo segmento de mercado certamente que a Gesventure irá apoiá-lo no processo de angariação de capital, pois estaremos em presença de um negócio com características escaláveis, logo de retornos económico-financeiros certamente interessantes.<br />
<strong>7 &#8211; Que cuidados adicionais há a ter nestes projectos empresariais?</strong></p>
<p>Penso que a preocupação essencial passa pela definição clara do objectivo que se pretende atingir e todos os esforços têm de se centrar nele por forma a que quando esses esforços comecem a produzir resultados o Empreendedor possa estar pronto para mobilizar os recursos que se venham a tornar necessários para desenvolver/manter esse projecto.<br />
Vide por exemplo o empresário de restauração Gigi que se concentra totalmente na gestão do seu restaurante da Quinta do Lago nos cerca de três meses que dura a época balnear, indo ao ponto de ser ele próprio a comprar o célebre peixe com que honra os seus clientes ou o caso do Professor de Educação Visual do Colégio Vasco da Gama, Vítor Hugo, que tem o hábito de realizar Clínicas de Férias que anualmente proporcionam quinze dias de verdadeira &#8220;loucura&#8221; a jovens com idades compreendidas entre os 12 e 15 anos com deslocações por exemplo: Eurodisney, Parque Asterix, Campos Elísios.<br />
<strong>8 &#8211; Três sugestões de negócios de Verão e ideias para rentabilizá-los no Inverno&#8230;</strong></p>
<p>Os mercados estão em profunda transformação e por isso as oportunidades emergem de forma contínua.</p>
<p>Porém gostava de aproveitar a oportunidade desta questão para sensibilizar os empreendedores para as oportunidades que estão a emergir por força dos impactos e problemas sociais.</p>
<p>Com efeito faz parte da função de um negócio satisfazer uma necessidade social e ao mesmo tempo ajudar-se a si próprio transformando a resolução de um problema social numa oportunidade de negócio.</p>
<p>Exemplo: prestar serviços de entretenimento a pessoas tetraplégicas durante o verão e através dessa comunidade desenvolver no inverno serviços de call center, traduções, processamento de texto etc… às empresas, estudantes e profissionais liberais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Entrevista à Jornalista Cátia Mateus para o Expresso de 2 de Agosto de 2008</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poliempreende.ipportalegre.pt/?feed=rss2&#038;p=153</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

